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A Montanha Pariu Um Rato – Much Ado About Nothing!

quinta-feira, junho 13, 2024

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Você já ouviu a expressão “a montanha pariu um rato”? Originária do latim “Parturient montes, nascetur ridiculus mus”, essa metáfora foi cunhada por Horácio em sua obra “Ars Poetica”. Ele criticava oradores que faziam grandes promessas, mas entregavam resultados triviais e decepcionantes.

Este provérbio ilustra situações em que altas expectativas culminam em desfechos pouco impressionantes. Atualmente, ele se aplica bem à resposta política às enchentes no Rio Grande do Sul. O governo federal anunciou medidas impactantes, como a criação de um Ministério Extraordinário e a nomeação de um político renomado para liderá-lo. No entanto, se essas promessas resultarem apenas em ações simbólicas, sem melhorias reais para as vítimas, estaremos diante de um caso clássico de “a montanha pariu um rato”.

Neste cenário, “a montanha” simboliza uma figura poderosa, prometendo muito e entregando pouco. Este contraste ressalta a decepção das comunidades afetadas e a dissonância entre o alarde político e a realidade das ações.

Enquanto o governo faz promessas, a verdadeira ajuda vem da população civil e dos voluntários, que têm se mobilizado de forma exemplar. Estes heróis anônimos têm trabalhado incansavelmente, não apenas salvando vidas, mas também reconstruindo comunidades com solidariedade e empatia. Eles mostram que a verdadeira força está na ação coletiva e no compromisso com o bem comum.

Ao destacar esses esforços, este artigo enfatiza a importância da responsabilidade e eficácia na liderança em tempos de crise. Convidamos você, leitor, a refletir sobre a crucialidade da ação comunitária e o poder do trabalho voluntário frente às adversidades.

Mas, mesmo assim, confiamos, que o poder público cumpra com suas obrigações constitucionais, com menos barulho e mais ação.

Much Ado About Nothing!

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Have you ever heard the expression “much ado about nothing”? Originally from the Latin “Parturient montes, nascetur ridiculus mus,” this metaphor was coined by Horace in his work “Ars Poetica.” He criticized speakers who made grand promises but delivered trivial and disappointing results.

This proverb illustrates situations where high expectations culminate in unimpressive outcomes. Today, it aptly applies to the political response to the floods in Rio Grande do Sul. The federal government announced impactful measures, such as the creation of an Extraordinary Ministry and the appointment of a renowned politician to lead it. However, if these promises only result in symbolic actions, without real improvements for the victims, we are facing a classic case of “much ado about nothing.”

In this scenario, “the mountain” symbolizes a powerful figure, promising much and delivering little. This contrast highlights the disappointment of the affected communities and the dissonance between political fanfare and the reality of actions.

While the government makes promises, the real help comes from the civilian population and volunteers, who have mobilized exemplarily. These unsung heroes have worked tirelessly, not just saving lives but also rebuilding communities with solidarity and empathy. They demonstrate that true strength lies in collective action and a commitment to the common good.

By highlighting these efforts, this article emphasizes the importance of responsibility and effectiveness in leadership during times of crisis. We invite you, the reader, to reflect on the crucial role of community action and the power of volunteer work in the face of adversity.

But even so, we trust that the public authorities will fulfill their constitutional obligations, with less noise and more action.

 

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6 COMENTÁRIOS

  1. Excelente artigo! Esperamos que a metáfora fique somente na obra de Horácio e que a realidade seja o atendimento necessário para a população do estado do Rio Grande do Sul.

  2. Bom dia, Dr.José Roberto! Bastante oportuna esta temática latina que ilustra a politicagem irresponsável da maioria dos agente públicos!!! Parabéns!!!

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